sexta-feira, 19 de março de 2010

Algo se desfaz !

sinto cada vez mais que o sentimento se vai
como vento que brinca com os grãos de areia como o tempo
leva a noite calma como ondas do mar que apaga os rastros na praia
Vejo um momento que nunca existiu
Indo embora sem lembrança sem musica em lugar predileto
sem presente
sem primeira briga
Sinto um despertar descente
De um sonho ausente sem enfim esperanças más
hoje redesenhei numa foto
um ser totalmente diferente daquele que eu era crente
Pra poder esquecer
acordar
pra viver !

Ao tempo

Ao tempo poderia pedir, talvez suplicar que assim ele me fizesse te querer menos e ainda não te querer jamais
Ele não me ouve então. Meu peito é que cala, emudece, respira por qualquer coisa banal porque vive pelo sentimento
e sobrevive do mesmo.
Ao tempo, poderia pedir e não mais suplica mais tristemente implore por um momento, por um segundo que me valha a eternidade.
Ainda é difícil não acordar e não pensar em você ou mesmo ao dormir pedir a Deus que proteja-te e que vele por seu sonhos afastando-os do pesadelos
Ainda é difícil não pedir a ele ,e devo confessar sou um pouco egoísta, que eu mesmo sonhe com você.
Continua crescendo o sentimento, generalizou-se, agora já não mais como posse, fogo ,carne, pele, desejo e blá, blá,...
Cresce terno, sereno, tranquilo como as orvalhos nas manhãs, como brisa ao entardecer, como nuvem que caminha sem pressa,
como sono de criança em paz dormindo....
minha mente ainda se inspira em você pra produzir, meu coração quer bater mais por você que por mim próprio
minhas mão escrevem compulsivamente ansiando serem lidas e sem parar escrevem ou talvez transcreva mesmo que
sutil algo que não explica com palavras .
Ainda te sinto dentro de mim exclusivo pra mim. Monólogo de quere-te e só.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

A-D-E-U-S

Amigo, amor, amante
Diz-me como poderei deizer
Esta palavra insignificante
Uma vez que posso não mais ver
Seus olhos, seu sorriso, seu semblante

Avisa-me do teu cheiro
Depois que partes assim
Então do tempo eu corro
Uma utopia, enfim
São pensamentos tolos

Alegraria-me ao ver-te de novo meu amor
Duvidaria se era mesmo a tua tez
Esperando-me no caisdo porto esplêdor
Uma incerteza mais uma vez
Soletraria com esforço, sem lágrima nem dor

A-D-E-U-S
Soneto de minha compaixão

Oh noite linda, fria
ouvi o que disse o vento
Veio ele bem ligeiro
Servir-me de companhia

Dissera-me mansamente
O que eu de veras já sabia
Ele não me amas intensamente
Nem se quer me amarás um dia

Maldita praga do destino
Apaixonei-me por um menino
Que não sentis a minha dor

Só me resta amam a morte
Já que cega foi minha sorte
E não pude sê-lo teu amor

sábado, 3 de novembro de 2007

Inexplicável

Mergulhei nos olhos teus
E viajei num mundo de encanto
Esqueci da minha reles existência
E somente apreciava a sua beleza
Semelhante a de um anjo

O teu sorriso desperta tal fascínio
Teu rosto um semblate de menino
Anestesiado diante de tanta pureza
Os gregos antigos,ignorantes
Não sabem o que é beleza

Clamei a Deus, aos Deuses
Aos magos, as bruxas,
E Freud, ele pode explicar,
A hipnose que me envolveu?
Perdi a noção do tempo
E me perdi nos olhos teus.

Isac Sobrinho

Declaração

Quero te falar de algo
Complicadamente fácil
Não é segredo que não possa ser revelado,
Nem fuxico de uma língua ágil
É bom ou ruim!depende como vc veja
Se for bom pode ser que nos vejamos todos os dias
Se for ruim e não quiseres mais me ver, que assim seja
Mais queria muito desfrutar de sua compania
Mesmo que não me note ou veja
Mas vamos logo com isso!
Esoere!Estou procurando palavras e letras
Porque é bem difícil falar disso
Nas acho que as encontro com papel e caneta
Não, não demoraria mais um tanto
È mais difícil que pensei
Vou falar dep´ressa e sem pranto
Hummmmmmm! Não sei?!
Espere! EU TE AMO
ufa...
Isac sobrinho

Fechados pra mim



Olhos negros sabor mel
olhos de návio que se chega ao cais
são olhos reluzentes pedaços de céu
ternura e feitiço pra quem vê traz
São olhos de inocente e divino ser
Também de crimiso ou satanás
Duas estrelas incapazes de se ter
Dois tempos em que se pode voltar atrás
Há quem diga que são a janela da alma
Por onde não se atravessa jamais
não é certeza
Só se sabe que acalma e traz paz
São olhos jamais vistos pela natureza
Que encantam e medo faz
O mais puro exemplo de beleza
Mistura timidez e esperteza
Mas seus mistérios são bem mais
Mintura alegria e tristeza
Olhos de anjo e cataz
Mistura traumas e delicadezas
Um labirinto fugaz
São olhos que não olham e nem veêm
Que só amo a eles e ninguém mais.

Isac Sobrinho