terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Soneto de minha compaixão

Oh noite linda, fria
ouvi o que disse o vento
Veio ele bem ligeiro
Servir-me de companhia

Dissera-me mansamente
O que eu de veras já sabia
Ele não me amas intensamente
Nem se quer me amarás um dia

Maldita praga do destino
Apaixonei-me por um menino
Que não sentis a minha dor

Só me resta amam a morte
Já que cega foi minha sorte
E não pude sê-lo teu amor

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