segunda-feira, 5 de abril de 2010

?

Procuro e não encontro
Seu olhar que me instiga
Que me perturba e intriga
Pelo mistério que nele há

Um paralelo maldito
Entre o obscuro e o brilho
Entre o exato e o conflito
Existe uma bondade má

Má, porque não me vê
Má, não pára pra eu te olhar
Má, porque vai me entristecer
Má, porque não me deixa parar

Feitiço, enigma, hipnose...
Essa tal necrose
Que fere, arde e queimam
Meus sonhos.

Deixe que eu desvende
Estes espelhos d’água
Permita que eu transcenda
Pelos segredos da sua alma


Ou cegue-me.

3 comentários:

Marquinhos Sousa ;) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marquinhos Sousa ;) disse...

Amigo, sempre arrasando hein?
Muito bom ver vc transcrever os sentimenros mais puros de sua alma...

Saudades suas...
Xeroo

Marquinhos Sousa ;) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.