A-D-E-U-S
Amigo, amor, amante
Diz-me como poderei deizer
Esta palavra insignificante
Uma vez que posso não mais ver
Seus olhos, seu sorriso, seu semblante
Avisa-me do teu cheiro
Depois que partes assim
Então do tempo eu corro
Uma utopia, enfim
São pensamentos tolos
Alegraria-me ao ver-te de novo meu amor
Duvidaria se era mesmo a tua tez
Esperando-me no caisdo porto esplêdor
Uma incerteza mais uma vez
Soletraria com esforço, sem lágrima nem dor
A-D-E-U-S
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Soneto de minha compaixão
Oh noite linda, fria
ouvi o que disse o vento
Veio ele bem ligeiro
Servir-me de companhia
Dissera-me mansamente
O que eu de veras já sabia
Ele não me amas intensamente
Nem se quer me amarás um dia
Maldita praga do destino
Apaixonei-me por um menino
Que não sentis a minha dor
Só me resta amam a morte
Já que cega foi minha sorte
E não pude sê-lo teu amor
Oh noite linda, fria
ouvi o que disse o vento
Veio ele bem ligeiro
Servir-me de companhia
Dissera-me mansamente
O que eu de veras já sabia
Ele não me amas intensamente
Nem se quer me amarás um dia
Maldita praga do destino
Apaixonei-me por um menino
Que não sentis a minha dor
Só me resta amam a morte
Já que cega foi minha sorte
E não pude sê-lo teu amor
sábado, 3 de novembro de 2007
Inexplicável
Mergulhei nos olhos teus
E viajei num mundo de encanto
Esqueci da minha reles existência
E somente apreciava a sua beleza
Semelhante a de um anjo
O teu sorriso desperta tal fascínio
Teu rosto um semblate de menino
Anestesiado diante de tanta pureza
Os gregos antigos,ignorantes
Não sabem o que é beleza
Clamei a Deus, aos Deuses
Aos magos, as bruxas,
E Freud, ele pode explicar,
A hipnose que me envolveu?
Perdi a noção do tempo
E me perdi nos olhos teus.
Isac Sobrinho
E viajei num mundo de encanto
Esqueci da minha reles existência
E somente apreciava a sua beleza
Semelhante a de um anjo
O teu sorriso desperta tal fascínio
Teu rosto um semblate de menino
Anestesiado diante de tanta pureza
Os gregos antigos,ignorantes
Não sabem o que é beleza
Clamei a Deus, aos Deuses
Aos magos, as bruxas,
E Freud, ele pode explicar,
A hipnose que me envolveu?
Perdi a noção do tempo
E me perdi nos olhos teus.
Isac Sobrinho
Declaração
Quero te falar de algo
Complicadamente fácil
Não é segredo que não possa ser revelado,
Nem fuxico de uma língua ágil
É bom ou ruim!depende como vc veja
Se for bom pode ser que nos vejamos todos os dias
Se for ruim e não quiseres mais me ver, que assim seja
Mais queria muito desfrutar de sua compania
Mesmo que não me note ou veja
Mas vamos logo com isso!
Esoere!Estou procurando palavras e letras
Porque é bem difícil falar disso
Nas acho que as encontro com papel e caneta
Não, não demoraria mais um tanto
È mais difícil que pensei
Vou falar dep´ressa e sem pranto
Hummmmmmm! Não sei?!
Espere! EU TE AMO
ufa...
Isac sobrinho
Complicadamente fácil
Não é segredo que não possa ser revelado,
Nem fuxico de uma língua ágil
É bom ou ruim!depende como vc veja
Se for bom pode ser que nos vejamos todos os dias
Se for ruim e não quiseres mais me ver, que assim seja
Mais queria muito desfrutar de sua compania
Mesmo que não me note ou veja
Mas vamos logo com isso!
Esoere!Estou procurando palavras e letras
Porque é bem difícil falar disso
Nas acho que as encontro com papel e caneta
Não, não demoraria mais um tanto
È mais difícil que pensei
Vou falar dep´ressa e sem pranto
Hummmmmmm! Não sei?!
Espere! EU TE AMO
ufa...
Isac sobrinho
Fechados pra mim
Olhos negros sabor mel
olhos de návio que se chega ao cais
são olhos reluzentes pedaços de céu
ternura e feitiço pra quem vê traz
São olhos de inocente e divino ser
Também de crimiso ou satanás
Duas estrelas incapazes de se ter
Dois tempos em que se pode voltar atrás
Há quem diga que são a janela da alma
Por onde não se atravessa jamais
não é certeza
Só se sabe que acalma e traz paz
São olhos jamais vistos pela natureza
Que encantam e medo faz
O mais puro exemplo de beleza
Mistura timidez e esperteza
Mas seus mistérios são bem mais
Mintura alegria e tristeza
Olhos de anjo e cataz
Mistura traumas e delicadezas
Um labirinto fugaz
São olhos que não olham e nem veêm
Que só amo a eles e ninguém mais.
Isac Sobrinho
olhos de návio que se chega ao cais
são olhos reluzentes pedaços de céu
ternura e feitiço pra quem vê traz
São olhos de inocente e divino ser
Também de crimiso ou satanás
Duas estrelas incapazes de se ter
Dois tempos em que se pode voltar atrás
Há quem diga que são a janela da alma
Por onde não se atravessa jamais
não é certeza
Só se sabe que acalma e traz paz
São olhos jamais vistos pela natureza
Que encantam e medo faz
O mais puro exemplo de beleza
Mistura timidez e esperteza
Mas seus mistérios são bem mais
Mintura alegria e tristeza
Olhos de anjo e cataz
Mistura traumas e delicadezas
Um labirinto fugaz
São olhos que não olham e nem veêm
Que só amo a eles e ninguém mais.
Isac Sobrinho
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
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