quinta-feira, 15 de abril de 2010
Mensagem ao mar
não adianta vc ainda continua aqui, doendo, sangrando.Outras bocas não me fazem esquecer seu sorriso, outros braços, nem se quer chega perto dos seus abraços tão apertados e sem qualquer intenção. Outros perfumes, nem sequer me fazem esquecer do seu que tenho pouca lembrança, mais anida assim é tão particular.Outros olhares bem intencionados ou mal quem sabe, não me dispertam tanto interesse quanto seu olhos, puxados , negros, profundos, aternurados, sexy,meio carentes, meio pedintes, meio menino, meio homem,quase perfeitos....Estou me relacionando aí com um menino legal até , não que isso o importe mas é só pra saber mesmo a diferença de estar com um alguém e não ser a pessoa mas enfim se ele me fizer esquecer vc já ficarei inteiramente grato a ele.Mas agora sinto-me como um naufragado numa ilha de silêncio, saudade e solidão.Escrevo mensangens de socorro e ajuda sem esperanças de que realmente algúem me salve mas com esperança de que pelo mesnos alguém leia e saiba que em algum lugar alguém pediu isso: soccorro, ajuda. mesmo que não o conheça ou nunca venha a saber quem enviou aquilo, homem, mulher, novo ou velho apenas alguém escreveu e jogou no mar da net numa garrafa chamada e-mail.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
?
Procuro e não encontro
Seu olhar que me instiga
Que me perturba e intriga
Pelo mistério que nele há
Um paralelo maldito
Entre o obscuro e o brilho
Entre o exato e o conflito
Existe uma bondade má
Má, porque não me vê
Má, não pára pra eu te olhar
Má, porque vai me entristecer
Má, porque não me deixa parar
Feitiço, enigma, hipnose...
Essa tal necrose
Que fere, arde e queimam
Meus sonhos.
Deixe que eu desvende
Estes espelhos d’água
Permita que eu transcenda
Pelos segredos da sua alma
Ou cegue-me.
Seu olhar que me instiga
Que me perturba e intriga
Pelo mistério que nele há
Um paralelo maldito
Entre o obscuro e o brilho
Entre o exato e o conflito
Existe uma bondade má
Má, porque não me vê
Má, não pára pra eu te olhar
Má, porque vai me entristecer
Má, porque não me deixa parar
Feitiço, enigma, hipnose...
Essa tal necrose
Que fere, arde e queimam
Meus sonhos.
Deixe que eu desvende
Estes espelhos d’água
Permita que eu transcenda
Pelos segredos da sua alma
Ou cegue-me.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Penumbra...
O vento uiva como uma súplica ofegante, agonizando. A noite ouve quieta, misteriosa, negra, cínica. Uma vilã.
Vilã dos amores platônicos; dos poetas: cortesã e não menos que irmã da solidão.
Assim venho a madrugada adentro pensando em você, senhor dos meus desejos pervertidos, indelicados, tristes e amáveis.Pensamentos tolos, infantis quase lorotas e por quê não sê-las? Vem a mim imagens lindas, poéticas, precisas e às vezes me permito sonhar com vozes sussurradas, suor e pele, gemidos talvez, cigarro, sono ronco seu.
A aurora chegará breve mas não me acorda pois nem se quer dormi,mas sonhei em despertar com seu sorriso que já é um sol de fato, com seus olhos meio abertos quase fechados.Felicidade.
O gato me distrai. Você se foi.... Lá vai a noite levou o menino, lá vai a noite levou sem destino... È a extensão do tempo passando sobre meus olhar mais ainda imperceptível a minha alma e meu peito. Ele ainda sangra, ele ainda o quer e não conhece o não, desentendido dos porquês e sem querer lágrimas me inunda a cara e enxugo-as então com um “paninho velho” que chamo de esperança eu o guardo desde criança e ele sempre me seca.
Vou ao espelho e não me vejo.
“- Ridículo, estúpido, covarde, sua criança patética, ninguém morre de desilusão”. Digo a mim com forma de consolação em vão, você ainda continua aqui e dói não poder abortá-lo. Qual será o tempo exato do parto? Vou celebrando a gestação sem fato consumado.
Clareia o dia, a luz me revigora largo as letras, papel, caneta é hora de ir.
Vilã dos amores platônicos; dos poetas: cortesã e não menos que irmã da solidão.
Assim venho a madrugada adentro pensando em você, senhor dos meus desejos pervertidos, indelicados, tristes e amáveis.Pensamentos tolos, infantis quase lorotas e por quê não sê-las? Vem a mim imagens lindas, poéticas, precisas e às vezes me permito sonhar com vozes sussurradas, suor e pele, gemidos talvez, cigarro, sono ronco seu.
A aurora chegará breve mas não me acorda pois nem se quer dormi,mas sonhei em despertar com seu sorriso que já é um sol de fato, com seus olhos meio abertos quase fechados.Felicidade.
O gato me distrai. Você se foi.... Lá vai a noite levou o menino, lá vai a noite levou sem destino... È a extensão do tempo passando sobre meus olhar mais ainda imperceptível a minha alma e meu peito. Ele ainda sangra, ele ainda o quer e não conhece o não, desentendido dos porquês e sem querer lágrimas me inunda a cara e enxugo-as então com um “paninho velho” que chamo de esperança eu o guardo desde criança e ele sempre me seca.
Vou ao espelho e não me vejo.
“- Ridículo, estúpido, covarde, sua criança patética, ninguém morre de desilusão”. Digo a mim com forma de consolação em vão, você ainda continua aqui e dói não poder abortá-lo. Qual será o tempo exato do parto? Vou celebrando a gestação sem fato consumado.
Clareia o dia, a luz me revigora largo as letras, papel, caneta é hora de ir.
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