domingo, 21 de março de 2010

Fulgás

Eu vi um menino contra ao vento
Fugindo ou procurando meio ao tempo
entre marionetes de um teatro feio
entre platéia,entre aplausos
entre um vazio paralelo
de multidão, indiferença e solidão

Ele estava lá correndo
Quase como um raio
cortando olhos incrédulos
por um vácuo de um momento
quase imperceptível, quase sonho
Quase incerto .


Lá vai a noite levou o menino
lá vai a noite a bricar
la vai levou sem destino
lá vai , não, não vai vem cá
já foi ... não voltará !

Um comentário:

Darshu Amrit disse...

lembrei de 2 anos atrás lendo esse poema.....hehehe
muito fofo :-P