terça-feira, 11 de dezembro de 2007

A-D-E-U-S

Amigo, amor, amante
Diz-me como poderei deizer
Esta palavra insignificante
Uma vez que posso não mais ver
Seus olhos, seu sorriso, seu semblante

Avisa-me do teu cheiro
Depois que partes assim
Então do tempo eu corro
Uma utopia, enfim
São pensamentos tolos

Alegraria-me ao ver-te de novo meu amor
Duvidaria se era mesmo a tua tez
Esperando-me no caisdo porto esplêdor
Uma incerteza mais uma vez
Soletraria com esforço, sem lágrima nem dor

A-D-E-U-S
Soneto de minha compaixão

Oh noite linda, fria
ouvi o que disse o vento
Veio ele bem ligeiro
Servir-me de companhia

Dissera-me mansamente
O que eu de veras já sabia
Ele não me amas intensamente
Nem se quer me amarás um dia

Maldita praga do destino
Apaixonei-me por um menino
Que não sentis a minha dor

Só me resta amam a morte
Já que cega foi minha sorte
E não pude sê-lo teu amor